O projeto de montar um show solo, com uma banda de personalidade vinha sendo alimentado por Marcos Boi desde os tempos em que atuava como side-man na banda “Villa Blues”, duo “Blues & Afins” com a cantora Márcia Mah e como guitarrista da banda “Deciberros”. Além da pesquisa sobre a origem e desenvolvimento do blues rural que estava sendo feito ao lado do contrabaixista e historiador Maurício Toco, pesquisa que resultou em workshops em oficinas culturais, escolas públicas e Sesc.
No final de 97, iniciou apresentações com repertório de blues tradicional ao lado do gaitista Everton Breaco nos bares da região de Sorocaba. O tecladista João Leopoldo se incorporou ao trabalho no início de 98, quando apareceu o estúdio Dó-Ré-Mix como patrocinador. Seis músicas foram gravadas e mixadas em um dia (ao vivo) no estúdio.
Neste mesmo ano, Fernando Katigawa (bateria) e Maurício Toco vieram completar o time. A banda venceu o Alumínio Fest, na cidade de Alumínio-SP na categoria cover com a música “Walking by myself”, além de melhor instrumentista para João Leopoldo e melhor vocalista para Marcos Boi.
Em 2003, Fernando Katigawa deixou a banda por motivos pessoais, Marco Correa veio juntar-se ao time. A banda apresentou-se desde então em importantes espaços e eventos de blues: Sesc Araraquara, Jazz Bass, Teatro Crowne Plaza, The Dog and the Trumpet, Sesc Sorocaba, Cesma in blues em Santa Maria,RS, etc.
Com influências que vão de Robert Johnson a B.B. King, de Billie Holiday a Stevie Ray Vaughan, a banda procura evocar a atmosfera de um autêntico show de blues, com figurino de época, improvisos inflamados e grandes performances instrumentais.Marcos Boi toca violino, guitarra e os vocais principais. Com influências que misturam o swing de B.B. King, Freddy King, Clarence “Gatemounth” Brown à pegada de Stevie Ray Vaughan.
João Leopoldo (teclado e voz), traz virtuosismo e pegada para o caldeirão Mad Dog. Instrumentista inquieto, oferece uma vasta gama de cores aos improvisos, misturando influências que vão do blues mais tradicional às intenções mais “Jazzy”. Apesar de tocar majoritariamente com timbre de piano, também tem boas intervenções com timbres de Hammond e Moog.
Maurício Toco (contrabaixo), velho parceiro de Marcos Boi, é um dos pilares da cozinha Mad Dog, com swing, precisão e personalidade. Como historiador, foi fundamental na pesquisa sobre a história do blues rural, conseqüentemente no repertório da banda.
Everton Breaco (gaita), dono de uma técnica exuberante, também canta e toca guitarra no show. Timbres variados, fraseados e sofisticados marcam as apresentações desse gaitista voltado para a escola moderna.
Marco Corrêa, com experiência em várias bandas de blues e jazz, completa a cozinha bem temperada do Mad Dog. Apaixonado por blues, tem entrosamento perfeito com Maurício Toco.
Pegada, swing, história e performances instrumentais “quentes” e apaixonadas são
os elementos do show Mad Dog Blues. Diversão garantida!